quinta-feira, 25 de junho de 2009

Processo vai, processo vem

Odeio gastar tempo com isso, mas nem sempre consigo dar de ombros quando me ofendem ou acusam de qualquer coisa. Agora o tema Nassif X Gravataí voltou à cena e tem muita gente (nem sei se muita, na verdade, mas meia dúzia de emails bastam para me compelir a uma resposta) querendo que eu me manifeste.

Então vamos lá.

Eu não faço ideia do que estava escrito no Blog anônimo, ou apócrifo, criado pelo blogueiro conhecido como Gravataí Merengue - pseudônimo do Fernando Gouveia que, em sua persona "normal", foi meu assessor e chefe de gabinete. Suas funções principais: organizar o trabalho do gabinete (parte administrativa), alimentar o meu site com informações, formatar uma newsletter semanal, pesquisar info na internet (ele é bom nisso) e, eventualmente, fazer um parecer jurídico sobre determinado assunto.

Em sua vida blogueira, Gravataí criava caso com deus e o mundo. Lulistas e Alckmistas, Vejistas e Cartacapitalistas e por aí vai. E um belo dia acabou criando caso com o Nassif. Que me ligou, dizendo que, "se não me conhecesse, se não fosse meu amigo, ia escrever no blog que eu tinha entrado para o esquema Dantas, porque o meu chefe de gabinete estava fazendo acusações gravíssimas" contra ele etc.

Expliquei que eu não entendo bulhufas do "esquema Dantas", Brasil Telecom, o catzo que seja - sei que (serei processada por isso?) há elementos suficientes para concluir que o Dantas é culpado de vários crimes milionários, mas não me pergunte exatamente quais. Que o que os meus assessores, empregados ou funcionários fazem fora do trabalho não é exatamente problema meu. Que eu até poderia dizer "Olha lá, que história é essa, você tem certeza do que está dizendo?", mas não posso mandar o cara escrever ou deixar de escrever algo no blog pessoal dele.

Dali a meia hora, o Nassif publicou exatamente o que disse que "se não fosse meu amigo, publicaria". Que eu era conivente, onisciente, mandante. Respondi. Ele publicou e rebateu. A história foi longe, com comentários bastante desqualificados no blog dele, alguns até endossados por ele.

De saco cheio dessa história, tirei o Fernando da chefia de gabinete e ele voltou a ser apenas assessor parlamentar, com as funções descritas acima - exceto a organização administrativa do gabinete. Alguém (nem sei quem) disse que o Nassif tinha pedido a cabeça do Gravata. Não pediu. Torrou a minha paciência, apenas. E eu escrevi quilômetros na época, inclusive dizendo isso - "Ele [Nassif] não pediu a cabeça dele e eu não o mandei embora, só tirei do cargo que ele ocupava". Podem procurar que deve estar nos arquivos do gabinetesoninha.zip.net.

O mandato terminou em dezembro. Eu sou Subprefeita da Lapa. Não vejo o Fernando desde o ano passado. Às vezes ele manda emails com links do You Tube, informações engraçadas. Esse é o meu contato com ele agora. Mas o Nassif afirma, reafirma e transfirma que eu tenho poder sobre o Gravataí e más intenções, e MANDEI fazer isso e aquilo contra ele.

Santa paciência, Batman.

Tirado do blog do Nassif, enviado por um conhecido:

"Não foi trote, apesar do sujeito morar com os pais até hoje [que horror, que insinuação besta]. Foi um crime, a serviço de um acordo político com a Veja. E com total aprovação de sua chefe, a Soninha".

Temos aí uma calúnia, porque ele acusa alguém de um crime que teria minha "total aprovação". Que beleza.

Tem mais:

"Ela era alvo constante de ataques do blogueiro da Veja e até me ajudou no caso COC. Logo depois do seu assessor começar a me atacar, foi capa da Vejinha, lançando sua candidatura a prefeita".

Colocando as coisas em ordem cronológica: O Nassif concluiu que a Veja estava detonando o método COC porque a Abril estava lançando seu método no mercado. Os argumentos eram convicentes. O Gravataí, que acompanha tudo de internet o tempo todo, comentou a história comigo e acrescentou: "Meses atrás, a Veja fez uma matéria enaltecendo os bons resultados das escolas que usam o método COC. Antes era ótimo, agora é uma porcaria?". Aì eu entrei no blog do Nassif, que eu adorava - a cobertura da queda do voo da Gol, por exemplo, tinha sido excelente - e escrevi exatamente isso no comentário. Ele publicou.

Aí o "bogueiro da Veja" resolveu me pegar pra Cristo. Entrou no meu site, leu algumas coisas e enxovalhou todo mundo. Tirou sarro do motorista, dos projetos de lei, de tudo. Me chamou de coroa disfarçada de ninfeta, falsa lolita, só coisa fina, argumentos profundos. E aproveitou para fazer um escarcéu tamanho com o projeto BaladaBoa, que eu apoiava, que a Veja embarcou e a Fapesp suspendeu o financiamento do trabalho para ver se não era mesmo apologia ao uso de drogas.

Felizmente, ele logo resolveu esquecer de mim e cuidar de coisas mais relevantes. Enquanto isso, eu continuei com a minha vida, respondendo a qualquer um que me procure, seja a Veja (que eu não leio há anos), a Época (que fez aquela capa escandalosa), a IstoÉ...

Aí veio a minha determinação de ser candidata a prefeita. Enquanto os registros oficiais não eram feitos, começou a sair em tudo quanto é lugar que o Alckmin e o Kassab me queriam pra vice. Folha, JT, sei lá onde mais. A Vejinha então fez uma matéria "O que é que a Soninha tem?", que saiu bem simpática (surpresa pra mim, que sempre espero uma sanagenzinha qualquer).

Pronto... O Nassif somou laranjas com lápis de cor e concluiu que eu mandei o Gravata escrever acusações contra ele e, em troca, a Veja me deu uma força na campanha à prefeitura. A ponto de ele dizer que "fui capa da Vejinha", e eu não fui... (http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2053/m0155046.html)

Coisa de Hollywood. Achar que um blogueiro escrever contra o Nassif era tão importante a ponto de ajudar na minha candidatura à prefeitura - tendo, por exemplo, o Alckmin como candidato, um velho favorito da casa - é algo Além da Imaginação.

Bom, ainda não terminou, me mandaram também este:

Nassif,
Lembro de quando você levantou esta bola a primeira vez
(Gravatai/Soninha) e ela respondeu dizendo que não sabia de nada, etc,
etc. Você até mesmo se desculpou a respeito disso no próprio blog. O
que mudou agora para você ter certeza desta aprovação da Soninha ?

RESPOSTA: A continuação dos ataques e o fato de ele ter mentido que eu
havia pedido sua cabeça e a Soninha (que sabia ser mentira) não ter se
manifestado. Depois, o apoio da Vejinha, a aproximação com Serra e o
fim dos ataques do inominável.


Ou seja, a "continuação" dos "ataques" (que eu nem sei quais são!!!) dão certeza da minha "aprovação". Assim como eu "não ter me manifestado" sobre o fato de ser mentira que ele pediu a cabeça do Fernando (eu me manifestei). O "apoio da Vejinha", que eu já comentei. O "fim dos ataques do inominável", que já tinha esquecido da minha existência há meses. E, finalmente, a "aproximação com Serra", que merece um parágrafo à parte.

Minha "aproximação com Serra" foi em fevereiro de 2005, logo que começou meu mandato como vereadora. Ficamos muito amigos ("amigos, sei", dirão alguns. Beleza). Bem depois dessa aproximação, que logo ficou famosa (saiu notinha venenosa no Painel da Folha, foto minha ao lado dele no estádio etc.), o Nassif me convidou para um café para discutir minha participação em um projeto dele, que era muito bacana. Falou muito bem do Serra na ocasião, por ter sido bastante receptivo a observações dele, Nassif, quando era ministro. Anunciou que estava finalizando um livro sobre não lembro qual pacote econômico - que depois ele enviou ao Serra, gentilmente pedindo a opinião dele. E por aí foi - houve vários contatos amistosos entre mim e Nassif e Nassif e Serra depois de 2005.

(E o R. Azevedo me esculhambou quando eu já era, sim, amiga do Serra. Se foi um despiste, ele exagerou legal).

Aí a minha "aproximação com o Serra" aparece como fato recente, relacionado ao blog do Gravata e meu "complô" com a Veja para prejudicá-lo. Tenha dó!

Enfim, já gastei tempo demais com o assunto, mas pelo menos botei a raiva no texto e comecei a desistir da ideia de entrar também com processo na Justiça - por calúnia, injúria e difamação. Vou gastar dinheiro, vou ter um milhão de encheções e sei lá no que vai dar. Então, a menos que eu mude de ideia de novo, processo não vai não.

PS: Ainda no Blog do Nassif, uma leitora ("BETH") escreveu: "E agora é colunista da Vida Simples da Abril". Seguinte, eu escrevi a primeira vez para a Vida Simples em 2002, quando ela ainda era um suplemento especial da Superinteressante, e não parei de lá para cá nenhuma vez.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Lançamento: Meu Pequeno Palmeirense

Pra dar mais emoção a uma vida entendiante

Acordei com muita dor de cabeça, garganta, etc. Vontade de desmarcar tudo, mas não posso (não quero, não devo). A reunião das 9:30 já precisaria ser adiada porque consegui uma sessão de acupuntura às 10:00, providencial para aguentar o resto do dia.

Fiz algumas anotações de manhã, li, estudei alguns problemas e saí para a acupuntura em cima da hora - de moto, tudo é mais rápido.

Que moto?

Todo mundo que já teve veículo furtado sabe o torpor que se abate sobre você na calçada, olhando para o espaço vago. "Foi aqui mesmo que eu parei? Claro que foi! Será que eu esqueci em outro lugar? Será que emprestei e não me lembro? Será que eu estou aqui mesmo? É a rua certa, o lugar certo?"

Toca o telefone, era uma entrevista combinada com a CBN, para falar sobre o trabalho conjunto entre Sub Lapa e Ceagesp para melhorar (resolver, tomara) a situação da caixaria. Não quis deixar de falar, mas a combinação moto furtada + dor de cabeça e garganta + perspectiva de um dia mais emocionante (como é que eu vou pra lá e pra cá sem ela?) fez com que meu desempenho fosse beeeem mais ou menos. Azar - importante mesmo é fazer o troço funcionar, não soar bem na entrevista. Mas eu fico mais satisfeita qdo consigo me expressar melhor...

***
Já tive uma moto furtada antes. Na ocasião, não tinha alarme, rastreador, nada. Não tinha prendido a moto com cadeado. Tinha uma consulta rápida no dentista, eram 9 de manhã, uma rua movimentada. Claro que me chicoteei depois por tudo isso - "Por que não botei o Car System?", etc.

Depois de alguns meses, consegui comprar outra. A primeira era zero-bala, 2007. A segunda, usada, 2006. Mas ótima, irmã bem parecida com a outra. Quebrou meu galho por sabe lá quantos milhares de quilômetros e horas economizadas.

De madrugada, eu ouvi um alarme bem ao longe. Será que era minha moto indo embora, dentro de alguma van? Talvez. Valver era outro veículo pedindo socorro...

Acionei a empresa, eles ligaram bloqueador, rastreador, o diabo. Não tenho muita esperança.

Ah, pelo menos eu tinha amarrado com cadeado. Não resolveu nada, mas apazigua a consciencia.

***
A dor de cabeça continua. Acupuntura? Não fiz. Ficou para sexta.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Ops

Também no Diário Oficial de quarta passada saiu publicado o seguinte:

16/06/2009
PROJETO DE LEI 01-0402/2009 do Vereador José Américo
(PT)
“”DISPÕE SOBRE A INCLUSÃO NO CALENDÁRIO OFICIAL DE
EVENTOS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO O DIA DO CENÉ-
CULO, A SER COMEMORADO TODO PRIMEIRO DOMINGO DE
JUNHO DE CADA ANO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”

A CAMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO DECRETA:

Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Município de São Paulo o
“Dia do Cenáculo”, a ser comemorado, anualmente, no primeiro
domingo do mês de junho.
Parágrafo Único: O dia ora instituído, passará a fazer parte do
Calendário Oficial de Eventos do Município de São Paulo, conforme
dispõe a lei nº 14485.

Art. 2º O evento deverá ser divulgado no Diário Oficial do Município,
com o cronograma completo das festividades.
Parágrafo único. O Poder Executivo disponibilizará local adequado
para a realização do evento.

Art. 3º - As despesas com a execução da presente Lei correrão
por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas
se necessário.

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas
as disposições em contrário.
Sala das Sessões, 01 de maio de 2009. Às Comissões competentes


"Cenáculo" já é uma palavra difícil. Na ementa do projeto, pra complicar, saiu "cenéculo". Quando li "cenéculo", cheguei a pensar que estava completamente errado; que era Dia do Cineclubista, isso sim (o Zé Américo tem várias conexões com grupos e movimentos culturais).

Urru

Operação Urbana Água Branca - A Missão

Saiu no Diário Oficial de quarta-feira (grifos meus):

CONCORRÊNCIA Nº 009990100
Objeto: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM ENGENHARIA,
ARQUITETURA, URBANISMO E ENGENHARIA AMBIENTAL
PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO BÁSICO E EXECUTIVO
DA LIGAÇÃO VIÁRIA - EXTENSÃO DA AVENIDA AURO
SOARES DE MOURA ANDRADE
, TÚNEL DE INTERLIGAÇÃO DA
AVENIDA SANTA MARINA
E REMANEJAMENTO DA LINHA B DA
COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS
; ESTUDO
DE ALTERNATIVAS, PROJETOS BÁSICO E EXECUTIVO DAS
OBRAS DE MACRO DRENAGEM NECESSÁRIAS PARA COMBATE
ÁS INUNDAÇÕES NAS BACIAS DOS CÓRREGOS SUMARÉ E
ÁGUA PRETA
E ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL
- EIA/ RIMA PARA IMPLANTAÇÃO DAS OBRAS
.
Local dos procedimentos: Rua São Bento nº 405, 10º and. do
Ed. Martinelli - São Paulo - Gerência de Licitações e Contratos.
Aquisição do edital: a partir de 19/06/2009 até o dia
03/08/2009 - das 9:00 às 12:00 e das 14:00 às 16:00 horas,
CD-ROM ao custo de R$ 20,00. Entrega dos envelopes: até às
09:15 h. do dia 05/08/2009.
Abertura dos envelopes: 09:30 h. do dia 05/08/2009, no 15º
and. do Ed. Martinelli, sala 151 B.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

PLANO DE METAS – VILA LEOPOLDINA

A quinta Audiência Pública do Plano de Metas da Subprefeitura Lapa será, desta vez, na Vila Leopoldina. O objetivo do evento é discutir as propostas da Subprefeitura para a região. Os encontros já foram realizados na Lapa, Jaguaré, Vila Jaguara e Barra Funda.

Estão convidados todos interessados:

DATA/HORA: segunda-feira, 15 de junho, às 20h.
LOCAL: Auditório da CPTM - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, nº 1000, Lapa.
Informações: Subprefeitura Lapa - telefone 3396-7502

Veja aqui como chegar:

Exibir mapa ampliado

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Hora do almoço

Hoje de manhã, estivemos (os Subprefeitos todos) no Tribunal de Contas do Município para exposições sobre Prestação de Contas e Licitações. A primeira foi mais cansativa, porque era mais básica e genérica, menos interessante para nós. A segunda foi mais prática, rica, muito interessante. De todo modo, três horas em um auditório sempre nos deixam aflitos - tem tanta coisa pra fazer, meu deus!

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Volta e meia chega algum email revoltado, aqui ou em algum jornal, dizendo "Eu pago meus impostos e ninguém faz nada!". Eu já devo ter dito isso muitas vezes, então agora pago meus pecados... "Ninguém faz nada" é de lascar. (Às vezes vem nominal ao portador: "Quando é que essa Subprefeita vai começar a fazer alguma coisa pela Lapa?".
Ou: "Tal lugar está abandonado!". E é um lugar que nós já limpamos, capinamos, requalificamos... Mas como todo dia alguém vai e suja, sempre tem alguém pra dizer que está "abandonado".

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Saí do TCM e já vim em direção à CET da Guido Caloi, para uma reunião com a GET 5 - Gerência responsável por uma parte do nosso território (o Jaguaré). A distância entre nossos escritórios já dá uma ideia do problema... 1) A Sub Lapa é atendida por 3 GETs diferentes; 2) O Jaguaré, por "afinidade", poderia bem estar na Sub Butantã em vez da Lapa. O ver. Aurélio Miguel me perguntou sobre isso na reunião da Comissão de Finanças e eu concordei que faria mais sentido. Aliás, todas as divisões administrativas deveriam passar por uma revisão e algumas mudanças. Nada coincide com nada, são muitas divisões diferentes sobrepostas.

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Atravessei a Ponte Estagnada, ops, Estaiada pela primeira vez de moto. Um vento assustador lá em cima (mas a Marginal não estava muito melhor).

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Cheguei ao Centro Empresarial e resolvi tentar achar um lugar para comer e usar internet - ainda faltava uma hora e meia para a reunião. Na guarita da entrada, já me preparei para um atendimento pouco cortês. Errei de cara - o segurança se aproximou da moto e foi gentil: "Boa tarde, tudo bem?". "Preciso usar internet... Tem alguma praça de serviços aí dentro?". "Você está com notebook ou quer uma lanhouse?", perguntou, no maior desembaraço. "Lan house". "Então você vira na segunda à direita, passa por outra portaria igual a esta, segue em frente e logo vai ver o Extra. Lá dentro tem".

Gente esperta é tão bom!

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O Cyber Office não vende nada de comer e não deixa entrar com lanche comprado fora. Fooooome!