SUPERVISÃO DE FINANÇAS
2009-0.280.514-9
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das
atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal
13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal
nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais
alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal
nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº
44.279/03 e Decreto nº 50.372/09, AUTORIZO a contratação
para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE PINTURA/RECUPERAÇÃO
DE SUPERFÍCIES PICHADAS, COM FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTO
E MÃO DE OBRA, ATRAVÉS DE 01 (UMA) EQUIPE,
POR UM PERÍODO DE 12 (DOZE) MESES, a partir da Ordem de
Início, através da Ata de Registro de Preços nº.
37/SMSP/COGEL/08, doc. Fls. 03/26, nos termos do ajuste firmado,
cuja detentora é a empresa FLORESTANA PAISAGISMO
CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA., inscrita no CNPJ sob n.º
53.591.103/0001-30, no valor de R$ 149.520,00 (cento e quarenta
e nove mil e quinhentos e vinte reais) para serviços e R$
23.923,20 (vinte e três mil e novecentos e vinte e três reais e
vinte centavos) para previsão de reajuste, sendo R$ 35.718,58
(trinta e cinco mil e setecentos e dezoito reais e cinqüenta e
oito centavos) para serviço e R$ 5.714,97 (cinco mil e setecentos
e quatorze reais e noventa e sete centavos) para previsão
de reajuste, onerando, a dotação
48.10.15.452.0309.2.341.3.3.90.39.00.00.84.99, do orçamento
vigente e o restante onerará recurso de 2010.
"...But when you talk about destruction/Don't you know that you can count me out"
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Aleluia IV
Deu no Diário Oficial:
2009-0.073.325-6
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº50.372/09, AUTORIZO a PRORROGAÇÃO DE CONTRATO Nº 006/SP-LA/2009, oriundo da Ata de Registro de Preços nº 028/SMSP/COGEL/2007, para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE LOGRADOUROS PÚBLICOS, ATRAVÉS DE 01 (UMA) EQUIPE,POR UM PERÍODO DE 12 (DOZE) MESES, prevista para 01/10/2009, a favor da empresa AGRICOLA E CONSTRUTORA MONTE AZUL LTDA, inscrita no CNPJ sob n.º 61.026.233/0001-58, no valor total de R$ 587.509,92 (quinhentos e oitenta e sete mil e quinhentos e nove reais e noventa e dois centavos) para serviços e R$ 41.788,55 (quarenta e um mil e setecentos e oitenta e oito reais e cinqüenta e cinco centavos) para previsão de reajuste a partir de Abril/2010, sendo R$ 146.877,48 (cento e quarenta e seis mil e oitocentos e setenta e sete reais e quarenta e oito centavos) para serviços, onerando a dotação 48.10.15.452.0309.2.341.3.3.90.39.00.00.84.99 do orçamento vigente e o restante onerará recurso de 2010.
2008-0.160.773-7
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº44.279/03 e Decreto nº 50.372/09, AUTORIZO a PRORROGAÇÃO DE CONTRATO Nº 007/SP-LA/2008, oriundo da Ata de Registro de Preços nº 029/SMSP/COGEL/2006, para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSERVAÇÃO DE PAVIMENTOS VIÁRIOS COM APLICAÇÃO DE CONCRETO ASFÁLTICO E EMULSÃO DE PINTURA DE LIGAÇÃO, POR UM PERÍODO DE 10 (DEZ) DIAS, prevista para 01/10/2009, a favor da empresa AGRICOLA E CONSTRUTORA MONTE AZUL LTDA, inscrita no CNPJ sob nº 61.026.233/0001-58, no valor total de R$18.739,00 (dezoito mil e setecentos e trinta e nove reais)para serviços e R$ 2.361,80 (dois mil e trezentos e sessenta e um reais e oitenta centavos) para reajuste, onerando a dotação 48.10.15.452.0309.2.341.3.3.90.39.00.00.99.14, do orçamento vigente.
2009-0.073.325-6
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº50.372/09, AUTORIZO a PRORROGAÇÃO DE CONTRATO Nº 006/SP-LA/2009, oriundo da Ata de Registro de Preços nº 028/SMSP/COGEL/2007, para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE LOGRADOUROS PÚBLICOS, ATRAVÉS DE 01 (UMA) EQUIPE,POR UM PERÍODO DE 12 (DOZE) MESES, prevista para 01/10/2009, a favor da empresa AGRICOLA E CONSTRUTORA MONTE AZUL LTDA, inscrita no CNPJ sob n.º 61.026.233/0001-58, no valor total de R$ 587.509,92 (quinhentos e oitenta e sete mil e quinhentos e nove reais e noventa e dois centavos) para serviços e R$ 41.788,55 (quarenta e um mil e setecentos e oitenta e oito reais e cinqüenta e cinco centavos) para previsão de reajuste a partir de Abril/2010, sendo R$ 146.877,48 (cento e quarenta e seis mil e oitocentos e setenta e sete reais e quarenta e oito centavos) para serviços, onerando a dotação 48.10.15.452.0309.2.341.3.3.90.39.00.00.84.99 do orçamento vigente e o restante onerará recurso de 2010.
2008-0.160.773-7
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº44.279/03 e Decreto nº 50.372/09, AUTORIZO a PRORROGAÇÃO DE CONTRATO Nº 007/SP-LA/2008, oriundo da Ata de Registro de Preços nº 029/SMSP/COGEL/2006, para PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSERVAÇÃO DE PAVIMENTOS VIÁRIOS COM APLICAÇÃO DE CONCRETO ASFÁLTICO E EMULSÃO DE PINTURA DE LIGAÇÃO, POR UM PERÍODO DE 10 (DEZ) DIAS, prevista para 01/10/2009, a favor da empresa AGRICOLA E CONSTRUTORA MONTE AZUL LTDA, inscrita no CNPJ sob nº 61.026.233/0001-58, no valor total de R$18.739,00 (dezoito mil e setecentos e trinta e nove reais)para serviços e R$ 2.361,80 (dois mil e trezentos e sessenta e um reais e oitenta centavos) para reajuste, onerando a dotação 48.10.15.452.0309.2.341.3.3.90.39.00.00.99.14, do orçamento vigente.
Ficha Limpa - calma aí...
Chegou ao Congresso, com mais de um milhão de assinaturas, o projeto de iniciativa popular conhecido como "Ficha Limpa". Ele "torna inelegível candidato condenado em primeira instância ou denunciado por crimes como improbidade administrativa, uso de mão-de-obra escrava e estupro.Pelo texto enviado à Câmara, também não poderá participar do pleito quem tenha sido condenado em primeira ou única instância ou tiver contra si denúncia recebida pela prática de crimes contra a economia popular, administração pública, homicídio, exploração sexual de crianças e adolescentes, entre outros".
A mobilização em torno da causa é linda. Qualquer um que já tentou colher assinaturas para o que quer que seja sabe como até isso é difícil.
Mas o projeto não é perfeito - e não é porque tem 1.300.000 assinaturas que não precisa ser discutido. 1) 1 milhão de pessoas podem perfeitamente estar erradas. 2) Todo PROJETO de lei tem de ser debatido no Congresso - seja de autoria do Executivo, de um parlamentar ou de iniciativa popular. E debater, pelamordedeus, é função do Parlamento. Sem se deixar levar por paixões e emoções; sem medo de contrariar a "opinião pública" (o que é completamente diferente de "se lixar para a opinião pública"). A opinião pública pode ser a favor de linchamento; a gente tem de se posicionar contrariamente...
O fato é que uma pessoa - inclusive um político - pode perfeitamente ser alvo de denúncias infundadas, de boa ou de má fé. Um adversário político, um cidadão mal informado, um promotor público mal intencionado... Não estou formulando hipóteses absurdas - acontece MUITO. Denúncia não é sinônimo de culpa, pelamordedeus!
E a condenação em primeira instância, INFELIZMENTE, também pode ser injusta e mesmo sacana, mal intencionada. Até já me processaram por isso, mas vou dizer de novo: sabemos bem que no Executivo tem corrupção, no Legislativo tem corrupção. Seria ridículo supor que no Judiciário não tem... Juízes de primeira instância podem ser desonestos, tanto quanto vereadores, deputados, candidatos...
Por isso a medida proposta pelo presidente da OAB é muito razoável. Claro que a corrupção pode chegar até as mais altas instâncias, mas é uma medida minimamente razoável: esperar a condenação por um plenário. A chance de vários juízes estarem errados é bem menor, convenhamos.
E é por essa razão que discordo completamente do comentário de Alexandre Garcia na Globo: "Vão sujar à vontade da ficha limpa. Vão se lixar para um caminhão de assinaturas, saídas do âmago deste país imenso, todos os dias indignado com a corrupção. Esses que querem a ficha meio suja não acreditam nos juízes de primeira instância, que são, me desculpem desembargadores e ministros de tribunais superiores, os que mais trabalham, os que mais se dedicam a administrar a Justiça. Parece que esses que admitem a ficha meio suja não usam ler a constituição ou pulam o Artigo 37, onde está escrito, como exigência para o serviço público, a moralidade."
É muita demagogia... Demagogia com os "juízes de primeira instância", demagogia com a opinião pública... O Congresso tem o direito e o dever de discutir com muita ponderação o projeto, e se aprovarem alterações não estarão necessariamente "sujando" a ficha limpa, "se lixando para um caminhão de assinaturas", desconsiderando a "moralidade" como exigência para o serviço público.
Fazer comentários destrutivos, superficiais e desinformativos como esse faz tão mal à política quanto a própria corrupção.
A mobilização em torno da causa é linda. Qualquer um que já tentou colher assinaturas para o que quer que seja sabe como até isso é difícil.
Mas o projeto não é perfeito - e não é porque tem 1.300.000 assinaturas que não precisa ser discutido. 1) 1 milhão de pessoas podem perfeitamente estar erradas. 2) Todo PROJETO de lei tem de ser debatido no Congresso - seja de autoria do Executivo, de um parlamentar ou de iniciativa popular. E debater, pelamordedeus, é função do Parlamento. Sem se deixar levar por paixões e emoções; sem medo de contrariar a "opinião pública" (o que é completamente diferente de "se lixar para a opinião pública"). A opinião pública pode ser a favor de linchamento; a gente tem de se posicionar contrariamente...
O fato é que uma pessoa - inclusive um político - pode perfeitamente ser alvo de denúncias infundadas, de boa ou de má fé. Um adversário político, um cidadão mal informado, um promotor público mal intencionado... Não estou formulando hipóteses absurdas - acontece MUITO. Denúncia não é sinônimo de culpa, pelamordedeus!
E a condenação em primeira instância, INFELIZMENTE, também pode ser injusta e mesmo sacana, mal intencionada. Até já me processaram por isso, mas vou dizer de novo: sabemos bem que no Executivo tem corrupção, no Legislativo tem corrupção. Seria ridículo supor que no Judiciário não tem... Juízes de primeira instância podem ser desonestos, tanto quanto vereadores, deputados, candidatos...
Por isso a medida proposta pelo presidente da OAB é muito razoável. Claro que a corrupção pode chegar até as mais altas instâncias, mas é uma medida minimamente razoável: esperar a condenação por um plenário. A chance de vários juízes estarem errados é bem menor, convenhamos.
E é por essa razão que discordo completamente do comentário de Alexandre Garcia na Globo: "Vão sujar à vontade da ficha limpa. Vão se lixar para um caminhão de assinaturas, saídas do âmago deste país imenso, todos os dias indignado com a corrupção. Esses que querem a ficha meio suja não acreditam nos juízes de primeira instância, que são, me desculpem desembargadores e ministros de tribunais superiores, os que mais trabalham, os que mais se dedicam a administrar a Justiça. Parece que esses que admitem a ficha meio suja não usam ler a constituição ou pulam o Artigo 37, onde está escrito, como exigência para o serviço público, a moralidade."
É muita demagogia... Demagogia com os "juízes de primeira instância", demagogia com a opinião pública... O Congresso tem o direito e o dever de discutir com muita ponderação o projeto, e se aprovarem alterações não estarão necessariamente "sujando" a ficha limpa, "se lixando para um caminhão de assinaturas", desconsiderando a "moralidade" como exigência para o serviço público.
Fazer comentários destrutivos, superficiais e desinformativos como esse faz tão mal à política quanto a própria corrupção.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Dia 1, Dia 2...
Podem começar a se agendar:
1

A Associação Mundo sem Guerras convida você para a
Cerimônia de Lançamento da Marcha Mundial
pela Paz e pela Não-Violência
----------------------
Apresentação do ator João Signorelli
Trecho da peça "Gandhi, Um Líder Servidor"
Exposições de vereadores de movimentos sociais
Moderação: vereador Ítalo Cardoso
Apresentação de lançamento da
Marcha Mundial pela Paz e Não violência
Alexandre Sammogini- Portavoz Nacional
Flavia Estevan- Portavoz Estadual SP
Projeção de vídeos, música e muito mais!
----------------------
1° de outubro de 2009, quinta-feira, a partir das 18hs
Câmara Municipal de São Paulo
Viaduto Jacareí, 100 - 1° andar - Bela Vista
Plenário Prestes Maia
----------------------
Mais informações:
E-mail: editor@pressenza.com
Site: www.marchamundial.org.br
Telefone: 3396 4063 / 9604 9629
2
1

A Associação Mundo sem Guerras convida você para a
Cerimônia de Lançamento da Marcha Mundial
pela Paz e pela Não-Violência
----------------------
Apresentação do ator João Signorelli
Trecho da peça "Gandhi, Um Líder Servidor"
Exposições de vereadores de movimentos sociais
Moderação: vereador Ítalo Cardoso
Apresentação de lançamento da
Marcha Mundial pela Paz e Não violência
Alexandre Sammogini- Portavoz Nacional
Flavia Estevan- Portavoz Estadual SP
Projeção de vídeos, música e muito mais!
----------------------
1° de outubro de 2009, quinta-feira, a partir das 18hs
Câmara Municipal de São Paulo
Viaduto Jacareí, 100 - 1° andar - Bela Vista
Plenário Prestes Maia
----------------------
Mais informações:
E-mail: editor@pressenza.com
Site: www.marchamundial.org.br
Telefone: 3396 4063 / 9604 9629
2
Que bom que vocês foram
A Cleide Coutinho, presidente do Conseg Lapa, atendeu ao nosso convite/ súplica e apareceu no Cingapura Água Branca com uma turma para ajudar no mutirão:
"Olá pessoal!
Encaminho algumas fotos do mutirão que participamos neste sábado.
Como podem ver, nosso trabalho rendeu alguns "frutos". Foi muito gostoso nos unirmos com as crianças e a comunidade. E compartilharmos o espírito de união e solidariedade.
As crianças nos ajudaram, os moradores. Infelizmente faltou material para o trabalho, ou seja, vassouras, rastelos, sacos de lixo mais resistentes, mas apesar disso conseguimos improvisar e limpamos grande parte da área a ser revitalizada.
Aproveitamos para conscientizar o pessoal a manter o local limpo. Precisamos organizar um projeto para desenvolver a consciência dos moradores no sentido de manterem o local bonito e bem cuidado, que acham? Topam retornar? Vamos unir as idéias? Sei que nós temos o coração voltado aos menos favorecidos. Pensem com carinho nesta proposta e retornem.
Obrigada Marcia, Laura, Poeta, Silene, Rosely, Carlos Eduardo, Viviane, Venancia, Jaqueline, Carlos Bononi, Vanessa e Anninha pela parceria.
Beijos,
Cleide Coutinho"
Vou compartilhar algumas dessas fotos aqui...
Cleide, se o pessoal ficar chateado por aparecer sem autorização, me fala que eu tiro :o)
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(Depois tem mais)
"Olá pessoal!
Encaminho algumas fotos do mutirão que participamos neste sábado.
Como podem ver, nosso trabalho rendeu alguns "frutos". Foi muito gostoso nos unirmos com as crianças e a comunidade. E compartilharmos o espírito de união e solidariedade.
As crianças nos ajudaram, os moradores. Infelizmente faltou material para o trabalho, ou seja, vassouras, rastelos, sacos de lixo mais resistentes, mas apesar disso conseguimos improvisar e limpamos grande parte da área a ser revitalizada.
Aproveitamos para conscientizar o pessoal a manter o local limpo. Precisamos organizar um projeto para desenvolver a consciência dos moradores no sentido de manterem o local bonito e bem cuidado, que acham? Topam retornar? Vamos unir as idéias? Sei que nós temos o coração voltado aos menos favorecidos. Pensem com carinho nesta proposta e retornem.
Obrigada Marcia, Laura, Poeta, Silene, Rosely, Carlos Eduardo, Viviane, Venancia, Jaqueline, Carlos Bononi, Vanessa e Anninha pela parceria.
Beijos,
Cleide Coutinho"
Vou compartilhar algumas dessas fotos aqui...
Cleide, se o pessoal ficar chateado por aparecer sem autorização, me fala que eu tiro :o)
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(Depois tem mais)
Pra cima e pra baixo sem carro
Sexta-feira, minha moto não quis pegar. Bem feito. Eu ia fazer inspeção de bicicleta na marginal, não tinha nada que sair de moto.
Vim de táxi até a Subprefeitura (minha bicicleta estava aqui e estava muito em cima da hora para vir de ônibus), pedalei até a estação Lapa (Linha “Diamante” da CPTM – ah, esses nomes...), dobrei a magrela e fui até o ponto de encontro (Estação Vila Olímpia, Linha Esmeralda).
Acabei atrasando 15 minutos; os cicloativistas já estavam todos lá. O presidente da CPTM, que em princípio pedalaria conosco, precisou sair para uma reunião, mas o responsável pelas obras ficou e participou da vistoria.
Uma das preocupações era a real necessidade de colocar grades entre a ciclovia e o rio. Desde as primeiras reuniões, eu defendi a idéia de só gradear onde for realmente necessário; essa idéia de separar os humanos do rio é muito paulistana, por razões óbvias... (O rio é sujo, fedido, etc. Mas a gente é mais capaz de conviver com água do que parece... Ninguém pensa em cercar os lagos do Ibirapuera, por exemplo, por medo de alguém cair lá dentro. E se um infeliz tiver a iniciativa de se atirar, não vai ser uma cerca que irá impedi-lo).
Vários ciclistas já postaram seus relatos da inspeção, entre eles o Willian Cruz. A partir do texto dele dá para chegar aos outros (tem link pra tudo quanto é lado).
****
Depois da inspeção, pelo menos duas pessoas perguntaram se era certo eu estar lá no “horário do expediente”.
O que diz a regra? Que eu preciso trabalhar 40 horas semanais; não especifica horário de entrada ou de saída. E não é difícil confirmar que eu trabalho bem mais do que isso... Começo cedo, saio tarde, trabalho em casa e tenho mil atividades no fim-de-semana. Porque quero e gosto; porque jamais me conformaria com fazer o estritamente necessário. Sempre fui assim; na MTV vivia enfiando jornadas de 13 horas...
(Mas não, não sou workaholic – adoro lazer, adoro parar, não fazer nada... É que eu gosto de trabalhar).
***
Também não considero que a inspeção seja uma “fuga do trabalho”, por duas razões: 1) A ciclovia, quando concluída, chegará até o território da Subprefeitura da Lapa (que começa na ponte do Jaguaré), portanto as obras de implantação nos afetam; 2) Não consigo pensar que o “meu trabalho” é restrito apenas ao território da Sub - se atravessar a rua, já não tem a ver comigo... Se for das áreas de educação, saúde, assistência social, transporte, meio ambiente, segurança etc., também não (Sub não tem autoridade sobre essas coisas)... Aí fica até mais fácil respeitar as 40 horas semanais...
Mas não, obrigada. Eu acho que tudo é “da minha conta”; não posso ser uma burocrata-padrão que diga “não tenho nada a ver com isso” a partir do momento em que atravesso a rua ou que o assunto não seja estritamente “subprefeitício”.
***
Hoje saí de novo sem moto – ainda não sei por que ela não pegou no sábado... Repeti o começo da história: peguei um táxi. Mas fui até o metrô Sumaré e de lá para o Paraíso, onde participei de um debate (muito bom) no Colégio Bandeirantes. Tema: mobilidade, trãnsito, transporte. Os alunos muito bem informados e interessados na discussão.
Para derrubar preconceitos: muitos dos alunos presentes usam transporte coletivo para se deslocar, como as perguntas deles revelaram. (“Eu pego o Jardim Miriam”; “Meu ônibus às vezes leva 40 minutos para cruzar a Bandeirantes”, e assim por diante).
Eu mesma seria capaz de apostar que todo mundo ali só anda de carro... Preconceito é uma praga mesmo.
***
Voltei de metrô (Paraíso-Vila Madalena), Ponte Orca, trem. Vim lendo ("Prazer em Conhecer - A Aventura da Ciência e da Educação", uma conversa entre o Drauzio Varella e o Miguel Nicolelis, Ed. Papirus). Precisei me esconder da chuva por alguns instantes, mas não foi nada de mais. Não sei se demorei menos do que demoraria de carro; se moto seria mais rápido, sem dúvida. Mas não me estressei como estressaria dirigindo... Economizei dinheiro, poluentes e carbono sem grandes sacrifícios.
Podem xingar, mas continuo defendendo o uso de mais transporte coletivo na região central. Não porque ele seja perfeito (eu tenho tantas ideias de como melhorar...), mas porque em várias situações é mais recomendável do que o carro, apesar dos defeitos.
***
A Guaicurus, como sempre, está parada. Beleza - eu vou para a Câmara Municipal de trem e metrô :o)
Vim de táxi até a Subprefeitura (minha bicicleta estava aqui e estava muito em cima da hora para vir de ônibus), pedalei até a estação Lapa (Linha “Diamante” da CPTM – ah, esses nomes...), dobrei a magrela e fui até o ponto de encontro (Estação Vila Olímpia, Linha Esmeralda).
Acabei atrasando 15 minutos; os cicloativistas já estavam todos lá. O presidente da CPTM, que em princípio pedalaria conosco, precisou sair para uma reunião, mas o responsável pelas obras ficou e participou da vistoria.
Uma das preocupações era a real necessidade de colocar grades entre a ciclovia e o rio. Desde as primeiras reuniões, eu defendi a idéia de só gradear onde for realmente necessário; essa idéia de separar os humanos do rio é muito paulistana, por razões óbvias... (O rio é sujo, fedido, etc. Mas a gente é mais capaz de conviver com água do que parece... Ninguém pensa em cercar os lagos do Ibirapuera, por exemplo, por medo de alguém cair lá dentro. E se um infeliz tiver a iniciativa de se atirar, não vai ser uma cerca que irá impedi-lo).
Vários ciclistas já postaram seus relatos da inspeção, entre eles o Willian Cruz. A partir do texto dele dá para chegar aos outros (tem link pra tudo quanto é lado).
****
Depois da inspeção, pelo menos duas pessoas perguntaram se era certo eu estar lá no “horário do expediente”.
O que diz a regra? Que eu preciso trabalhar 40 horas semanais; não especifica horário de entrada ou de saída. E não é difícil confirmar que eu trabalho bem mais do que isso... Começo cedo, saio tarde, trabalho em casa e tenho mil atividades no fim-de-semana. Porque quero e gosto; porque jamais me conformaria com fazer o estritamente necessário. Sempre fui assim; na MTV vivia enfiando jornadas de 13 horas...
(Mas não, não sou workaholic – adoro lazer, adoro parar, não fazer nada... É que eu gosto de trabalhar).
***
Também não considero que a inspeção seja uma “fuga do trabalho”, por duas razões: 1) A ciclovia, quando concluída, chegará até o território da Subprefeitura da Lapa (que começa na ponte do Jaguaré), portanto as obras de implantação nos afetam; 2) Não consigo pensar que o “meu trabalho” é restrito apenas ao território da Sub - se atravessar a rua, já não tem a ver comigo... Se for das áreas de educação, saúde, assistência social, transporte, meio ambiente, segurança etc., também não (Sub não tem autoridade sobre essas coisas)... Aí fica até mais fácil respeitar as 40 horas semanais...
Mas não, obrigada. Eu acho que tudo é “da minha conta”; não posso ser uma burocrata-padrão que diga “não tenho nada a ver com isso” a partir do momento em que atravesso a rua ou que o assunto não seja estritamente “subprefeitício”.
***
Hoje saí de novo sem moto – ainda não sei por que ela não pegou no sábado... Repeti o começo da história: peguei um táxi. Mas fui até o metrô Sumaré e de lá para o Paraíso, onde participei de um debate (muito bom) no Colégio Bandeirantes. Tema: mobilidade, trãnsito, transporte. Os alunos muito bem informados e interessados na discussão.
Para derrubar preconceitos: muitos dos alunos presentes usam transporte coletivo para se deslocar, como as perguntas deles revelaram. (“Eu pego o Jardim Miriam”; “Meu ônibus às vezes leva 40 minutos para cruzar a Bandeirantes”, e assim por diante).
Eu mesma seria capaz de apostar que todo mundo ali só anda de carro... Preconceito é uma praga mesmo.
***
Voltei de metrô (Paraíso-Vila Madalena), Ponte Orca, trem. Vim lendo ("Prazer em Conhecer - A Aventura da Ciência e da Educação", uma conversa entre o Drauzio Varella e o Miguel Nicolelis, Ed. Papirus). Precisei me esconder da chuva por alguns instantes, mas não foi nada de mais. Não sei se demorei menos do que demoraria de carro; se moto seria mais rápido, sem dúvida. Mas não me estressei como estressaria dirigindo... Economizei dinheiro, poluentes e carbono sem grandes sacrifícios.
Podem xingar, mas continuo defendendo o uso de mais transporte coletivo na região central. Não porque ele seja perfeito (eu tenho tantas ideias de como melhorar...), mas porque em várias situações é mais recomendável do que o carro, apesar dos defeitos.
***
A Guaicurus, como sempre, está parada. Beleza - eu vou para a Câmara Municipal de trem e metrô :o)
domingo, 27 de setembro de 2009
Não é roupa usada, livro lido, móvel velho

É muito mais fácil de doar - você realmente não vai precisar!
Imagine o que é precisar da doação de um órgão. Fígado, rim, coração, córnea...
O seu, por alguma razão, não funciona mais (ou nunca funcionou). Sua vida é terrivelmente prejudicada e sofrida por conta disso. Para que sua vida seja muito melhor, para que possa continuar, você precisa receber um órgão doado por alguém.
Mas você não pode, é claro, esperar que alguém sacrifique um pedaço do próprio corpo por sua causa. Que alguém sofra para te salvar.
Tem gente que faz isso - que se doa completamente, por escolha profissional ou por ato voluntário. Mas não se pode exigir isso de ninguém.
Ainda bem que não precisa...
Uma pessoa pode doar o órgão quando definitivamente não ele não lhe serve para mais nada..
Uma roupa velha, um móvel usado, um disco ou livro deixados de lado podem até voltar a ser úteis, atraentes, interessantes depois de algum tempo.
Mas um órgão só interessa a uma pessoa viva. Depois que ela não vive mais, o órgão não serve para nada. Vai simplesmente apodrecer e ser devorado por microorganismos. Vai se decompor como uma fruta passada, uma árvore caída, uma flor murcha. É da natureza (ainda bem – já imaginou se nada se decompusesse? Se tudo fosse como plástico e isopor e ficasse centenas de anos sobrando por aí?)
Um dia, a gente não vai mais viver. Pode ser hoje, amanhã ou daqui a trinta anos. Seja quando for – no momento em que minha vida, bela vida terminar, eu não preciso mais de córneas, rins, fígado, coração, pele, ossos.
E eu não quero jogá-los fora quando ainda podem ser úteis para alguém...
Não quero mandar tacar fogo no meu corpo sem doar tudo o que puder ser doado. Não quero perder a chance de ajudar alguém a enxergar, caminhar, amar, ser feliz.
Não cheguei a mandar escrever no meu RG “Sou doador de órgãos”, mas tenho adesivos e cartões para tudo quanto é lado. “Sou doador! Sou doador!”. Minha família já sabe, e agora vocês todos também.
Pensei até em tatuar um símbolo da reciclagem no braço.
*****
Existem doações que a gente pode fazer em vida, sem tirar pedaço. Uma delas é a de medula óssea. Eu me cadastrei como doadora e torço para um dia ter a oportunidade de fazer minha doação (que nada mais é do que uma punção – minha filha, quando teve leucemia, fez várias, e nem anestesia tomou, apenas um leve sonífero).
Minha filha, felizmente, não precisou de doação de medula – a quimioterapia fez efeito. Um amigo meu precisou e não conseguiu. Com uma voz linda, uma simpatia incrível, disse adeus a esta vida no dia em que fazia 40 anos.
Se eu pudesse, teria ofertado mais vida a ele (mas não éramos compatíveis).
Se você puder, não vai fazer o mesmo?
****
Dia 27 de setembro é o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos. Estenda a mão para essa causa.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Aleluia III
2009-0.016.667-0
1. Á vista dos elementos que instruem o processo, no uso das
atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal
13.399/02, e com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal
8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e alterações
posteriores, bem como na Lei Municipal 13.278/02, Decreto
Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº 50.372/09, AUTORIZO,
a prorrogação do contrato n° 003/SP-LA/2009, oriundo
da Ata de Registro de Preços nº 018/SMSP/COGEL/2007, com
acréscimo de 01 (uma) equipe totalizando 04 (quatro) equipes
Tipo B para o período de Outubro, Novembro e Dezembro/09,
e os meses seguintes 03 (três) equipes, para PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS DE PODA E REMOÇÃO DE ÁRVORES, a favor da empresa
A. TONANNI CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA., inscrita
no CNPJ sob n.º 50.583.954/0001-42, por um período de 06
(seis) meses a partir de 05/10/09, no valor total de R$904.774,58 (novecentos e quatro mil e setecentos e setenta e quatro reais e cinqüenta e oito centavos), sendo R$ 497.192,46 (quatrocentos e noventa e sete mil e cento e noventa
e dois reais e quarenta e seis centavos), onerando a dotação
48.10.15.452.0339.2.366.3.3.90.39.00.00.84.99, do orçamento
vigente e o restante onerará recurso de 2010.
1. Á vista dos elementos que instruem o processo, no uso das
atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal
13.399/02, e com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal
8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e alterações
posteriores, bem como na Lei Municipal 13.278/02, Decreto
Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº 50.372/09, AUTORIZO,
a prorrogação do contrato n° 003/SP-LA/2009, oriundo
da Ata de Registro de Preços nº 018/SMSP/COGEL/2007, com
acréscimo de 01 (uma) equipe totalizando 04 (quatro) equipes
Tipo B para o período de Outubro, Novembro e Dezembro/09,
e os meses seguintes 03 (três) equipes, para PRESTAÇÃO DE
SERVIÇOS DE PODA E REMOÇÃO DE ÁRVORES, a favor da empresa
A. TONANNI CONSTRUÇÕES E SERVIÇOS LTDA., inscrita
no CNPJ sob n.º 50.583.954/0001-42, por um período de 06
(seis) meses a partir de 05/10/09, no valor total de R$904.774,58 (novecentos e quatro mil e setecentos e setenta e quatro reais e cinqüenta e oito centavos), sendo R$ 497.192,46 (quatrocentos e noventa e sete mil e cento e noventa
e dois reais e quarenta e seis centavos), onerando a dotação
48.10.15.452.0339.2.366.3.3.90.39.00.00.84.99, do orçamento
vigente e o restante onerará recurso de 2010.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Aleluia II
SUPERVISÃO DE FINANÇAS
2008-0.356.729-0
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais
alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº. 50.372/09, AUTORIZO a AQUISIÇÃO DE MICROCOMPUTADORES, através da Ata de Registro de Preços nº02.10/07 doc. Fls. 07/29, nos termos do ajuste firmado, cuja detentora é a POSITIVO INFORMÁTICA LTDA - SP, inscrita no CNPJ/MF sob nº 81.243.735/0001-48, no valor de R$ 31.770,00 (trinta e um mil e setecentos e setenta reais), onerando a dotação48.10.15.126.0340.2.170.4.4.90.52.00.00.35.9, do orçamento vigente.
2008-0.356.729-0
I - À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal 13.399/02, com fundamento no artigo 15, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93, alterada pela Lei Federal nº 8.883/94 e demais
alterações posteriores, ainda no artigo 3º da Lei Municipal nº 13.278/02 e no artigo 31 do Decreto Municipal nº 44.279/03 e Decreto nº. 50.372/09, AUTORIZO a AQUISIÇÃO DE MICROCOMPUTADORES, através da Ata de Registro de Preços nº02.10/07 doc. Fls. 07/29, nos termos do ajuste firmado, cuja detentora é a POSITIVO INFORMÁTICA LTDA - SP, inscrita no CNPJ/MF sob nº 81.243.735/0001-48, no valor de R$ 31.770,00 (trinta e um mil e setecentos e setenta reais), onerando a dotação48.10.15.126.0340.2.170.4.4.90.52.00.00.35.9, do orçamento vigente.
Aleluia
Deu no Diário Oficial:
SUBPREFEITURA LAPA
SUPERVISÃO DE FINANÇAS
2009- 0.260.469-0
1. À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal nº13.399/02, com suporte na Lei Municipal nº 13.278/02 regulamentada pelo Decreto Municipal n.º 44.279/03, no Decreto
Municipal nº. 50.372/09, bem como com fulcro no artigo 24 da Lei Federal nº 8.666/93 e alterações posteriores, AUTORIZO, por dispensa de licitação, a AQUISIÇÃO DE 02 (DUAS) MULTIFUNCIONAIS JATO DE TINTA COLORIDAS, no valor de R$ 1.012,80 (um mil e doze reais e oitenta centavos), a favor da empresa LEXPAPER COMÉRCIO DE MATERIAIS DE
ESCRITÓRIO, INFORMÁTICA E SERVIÇOS LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob nº 07.395.558/0001-62, onerando a dotação 48.10.15.126.0340.2.170.4.4.90.52.00.00.35.7 do orçamento
vigente.
Aleluia. Se eu disser que desde o começo do ano estamos tentando modernizar nossa "frota" de computadores e impressoras, vocês acreditam??
SUBPREFEITURA LAPA
SUPERVISÃO DE FINANÇAS
2009- 0.260.469-0
1. À vista dos elementos que instruem o processo, no uso das atribuições que me foram conferidas pela Lei Municipal nº13.399/02, com suporte na Lei Municipal nº 13.278/02 regulamentada pelo Decreto Municipal n.º 44.279/03, no Decreto
Municipal nº. 50.372/09, bem como com fulcro no artigo 24 da Lei Federal nº 8.666/93 e alterações posteriores, AUTORIZO, por dispensa de licitação, a AQUISIÇÃO DE 02 (DUAS) MULTIFUNCIONAIS JATO DE TINTA COLORIDAS, no valor de R$ 1.012,80 (um mil e doze reais e oitenta centavos), a favor da empresa LEXPAPER COMÉRCIO DE MATERIAIS DE
ESCRITÓRIO, INFORMÁTICA E SERVIÇOS LTDA, inscrita no CNPJ/MF sob nº 07.395.558/0001-62, onerando a dotação 48.10.15.126.0340.2.170.4.4.90.52.00.00.35.7 do orçamento
vigente.
Aleluia. Se eu disser que desde o começo do ano estamos tentando modernizar nossa "frota" de computadores e impressoras, vocês acreditam??
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Só um dia
Na sexta-feira, passei quase o dia todo sem transporte motorizado.
Fui para a Sub de bicicleta – não dá 15 minutos. (Outro dia fui de carro, porque precisava carregar muita bagagem, e fiquei 20 minutos, fora de brincadeira, só para achar um lugar para estacionar). Também de bicicleta, fui a uma reunião no Hospital Sorocabana (5 minutos). Em seguida, peguei carona até a estação Lapa da linha 8 da CPTM e fui até o metrô Barra Funda. De metrô, cheguei à estação Tiradentes, de onde caminhei até o Museu da Polícia Militar para um seminário. Voltei do mesmo jeito (metrô e trem). À noite voltei de moto para casa...
Se foi um sacrifício andar por aí sem carro? Claro que não, foi um prazer. O tempo estava ótimo para pedalar e o trajeto é totalmente viável. A ladeira mais forte é na esquina da Bartira com a Diana, mas é só descer e empurrar. Não dá 30 segundos. O trem durante o dia demora um pouco mais para chegar, mas tem espaço de sobra. Em só uma das pernas do trajeto (Barra Funda-Lapa, na volta) eu fiquei de pé; nas outras deu até pra viajar sentada. Levei coisas para ler e aproveitei bem o tempo. O maior desconforto foi o calor nessa última viagem, mas no meu carro sem ar condicionado também sofro – e ainda tenho de prestar atenção no trânsito.
*****
Amanhã é Dia sem Carro. Para alguns, sinônimo de sacrifício inimaginável – mas nem todos têm razão em pensar assim.
Carro é insubstituível em algumas situações, mas em outras, apesar do velho refrão (“o transporte coletivo precisa melhorar muito!”), ele pode ser trocado com vantagens por uma combinação de outras formas de deslocamento.
Aliás, essa é a melhor maneira de circular em uma cidade como São Paulo (grande, congestionada, desorganizada, desigual): combinando, planejando. As pessoas já mudam sua rotina em função do rodízio – saem mais cedo ou chegam mais tarde (mas não largam o carro!). E se experimentarem, ao menos UM DIA NO ANO, mudar a rotina para sair SEM carro? Rever os trajetos, os horários, os encontros. Tentar uma carona. Andar até o ponto de ônibus, pedalar até a estação de trem ou de metrô, atravessar a cidade sobre trilhos, pegar um táxi só para concluir a viagem?
Carro é ótimo em algumas situações, é um estorvo em várias outras - para o próprio motorista, o passageiro e para os demais veículos à sua volta. Todo mundo que reclama do congestionamento dentro do seu é, também, um congestionador... Principalmente se estiver sozinho! O Dia sem Carro é um convite para reorganizar a vida, fazer experiências, e, generosamente, abdicar do espaço, poluição e barulho decorrentes do uso do automóvel particular em nome de uma cidade mais sustentável e suportável.
Ao menos UM dia.
Fui para a Sub de bicicleta – não dá 15 minutos. (Outro dia fui de carro, porque precisava carregar muita bagagem, e fiquei 20 minutos, fora de brincadeira, só para achar um lugar para estacionar). Também de bicicleta, fui a uma reunião no Hospital Sorocabana (5 minutos). Em seguida, peguei carona até a estação Lapa da linha 8 da CPTM e fui até o metrô Barra Funda. De metrô, cheguei à estação Tiradentes, de onde caminhei até o Museu da Polícia Militar para um seminário. Voltei do mesmo jeito (metrô e trem). À noite voltei de moto para casa...
Se foi um sacrifício andar por aí sem carro? Claro que não, foi um prazer. O tempo estava ótimo para pedalar e o trajeto é totalmente viável. A ladeira mais forte é na esquina da Bartira com a Diana, mas é só descer e empurrar. Não dá 30 segundos. O trem durante o dia demora um pouco mais para chegar, mas tem espaço de sobra. Em só uma das pernas do trajeto (Barra Funda-Lapa, na volta) eu fiquei de pé; nas outras deu até pra viajar sentada. Levei coisas para ler e aproveitei bem o tempo. O maior desconforto foi o calor nessa última viagem, mas no meu carro sem ar condicionado também sofro – e ainda tenho de prestar atenção no trânsito.
*****
Amanhã é Dia sem Carro. Para alguns, sinônimo de sacrifício inimaginável – mas nem todos têm razão em pensar assim.
Carro é insubstituível em algumas situações, mas em outras, apesar do velho refrão (“o transporte coletivo precisa melhorar muito!”), ele pode ser trocado com vantagens por uma combinação de outras formas de deslocamento.
Aliás, essa é a melhor maneira de circular em uma cidade como São Paulo (grande, congestionada, desorganizada, desigual): combinando, planejando. As pessoas já mudam sua rotina em função do rodízio – saem mais cedo ou chegam mais tarde (mas não largam o carro!). E se experimentarem, ao menos UM DIA NO ANO, mudar a rotina para sair SEM carro? Rever os trajetos, os horários, os encontros. Tentar uma carona. Andar até o ponto de ônibus, pedalar até a estação de trem ou de metrô, atravessar a cidade sobre trilhos, pegar um táxi só para concluir a viagem?
Carro é ótimo em algumas situações, é um estorvo em várias outras - para o próprio motorista, o passageiro e para os demais veículos à sua volta. Todo mundo que reclama do congestionamento dentro do seu é, também, um congestionador... Principalmente se estiver sozinho! O Dia sem Carro é um convite para reorganizar a vida, fazer experiências, e, generosamente, abdicar do espaço, poluição e barulho decorrentes do uso do automóvel particular em nome de uma cidade mais sustentável e suportável.
Ao menos UM dia.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Sobre o mutirão Água Branca
"Caros colaboradores, voluntários e amigos,
A Subprefeitura Lapa realizará um mutirão de revitalização na região do Cingapura Água Branca nos dias 26 e 27 de setembro e gostaria muito de poder contar com a colaboração de vocês nesse processo.
A região é muito carente, possui uma favela que está passando por processo de desocupação (pois fica sobre um córrego, portanto em área de risco) e tem vários pontos críticos, dos quais escolhemos três para, junto com a comunidade e entidades ou empresas interessadas, melhorar/revitalizar conforme podem ver abaixo:

1. O parquinho - deveria ser um espaço para as crianças brincarem, mas todos os brinquedos estão quebrados, o lugar está sujo e não tem iluminação.
Pretendemos: fazer a limpeza, plantar grama e flores, solicitar iluminação e trocar os brinquedos.
Precisamos: mão de obra e brinquedos para o parquinho.


2. A quadra - segundo os moradores vira "uma piscina" quando chove e está com a tela arrebentada em diversos lugares, além de outros problemas.
Pretendemos: fazer valeta para o escoamento da água, trocar a tela, trocar aro e traves e pintar a mureta.
Precisamos: tudo.

3. O Eprim - espaço comunitário (de dois andares com duas salas) que os moradores utilizam para fazer reuniões e onde pretendem ter cursos e talvez reativar uma rádio comunitária que já tiveram no local há alguns anos.
Pretendemos: pintar o prédio.
Precisamos: mão de obra e tinta
O mutirão consiste em evento realizado em dois dias (excepcionalmente), no qual a comunidade se envolve na reforma e recuperação de áreas. Também procuramos inserir atividades culturais e esportivas (que fazem parte da revitalização, no sentido de trazer mais vida) para que o trabalho se torne mais agradável e para que a comunidade descubra o que pode fazer com seus próprios recursos.
Estamos procurando outros apoiadores, mas como podem ver, precisamos de muita ajuda, apoio e colaboração. O que considero mais importante de tudo o que precisamos são os brinquedos para o parquinho; também gostaríamos muito de colocar "brinquedos de adultos", ou seja, algo para que possam fazer "academia" ao ar livre (como se pode encontrar em algumas praias); foi uma demanda que pudemos perceber em visita a comunidade.
Se vocês puderem (ou conhecerem grupo ou pessoa que possa) colaborar com algum dos itens acima, seja com equipamentos, materiais, mão de obra, apresentações artísticas ou mesmo com lanche para as pessoas que estarão trabalhando, por favor não deixem de nos contatar para que possamos juntar forças. Todos são muito bem vindos!
Bom, como já expressei antes, qualquer colaboração é bem vinda e tanto a Sub Lapa quanto a comunidade em questão ficarão mais do que agradecidas de poder contar com tanta gente de bem.
Agradeço de antemão e me coloco a disposição para quaisquer esclarecimento que se fizerem necessários.
Atenciosamente,
Ana Estrella Vargas"
aelvargas@prefeitura.sp.gov.br
A Subprefeitura Lapa realizará um mutirão de revitalização na região do Cingapura Água Branca nos dias 26 e 27 de setembro e gostaria muito de poder contar com a colaboração de vocês nesse processo.
A região é muito carente, possui uma favela que está passando por processo de desocupação (pois fica sobre um córrego, portanto em área de risco) e tem vários pontos críticos, dos quais escolhemos três para, junto com a comunidade e entidades ou empresas interessadas, melhorar/revitalizar conforme podem ver abaixo:

1. O parquinho - deveria ser um espaço para as crianças brincarem, mas todos os brinquedos estão quebrados, o lugar está sujo e não tem iluminação.
Pretendemos: fazer a limpeza, plantar grama e flores, solicitar iluminação e trocar os brinquedos.
Precisamos: mão de obra e brinquedos para o parquinho.
2. A quadra - segundo os moradores vira "uma piscina" quando chove e está com a tela arrebentada em diversos lugares, além de outros problemas.
Pretendemos: fazer valeta para o escoamento da água, trocar a tela, trocar aro e traves e pintar a mureta.
Precisamos: tudo.
3. O Eprim - espaço comunitário (de dois andares com duas salas) que os moradores utilizam para fazer reuniões e onde pretendem ter cursos e talvez reativar uma rádio comunitária que já tiveram no local há alguns anos.
Pretendemos: pintar o prédio.
Precisamos: mão de obra e tinta
O mutirão consiste em evento realizado em dois dias (excepcionalmente), no qual a comunidade se envolve na reforma e recuperação de áreas. Também procuramos inserir atividades culturais e esportivas (que fazem parte da revitalização, no sentido de trazer mais vida) para que o trabalho se torne mais agradável e para que a comunidade descubra o que pode fazer com seus próprios recursos.
Estamos procurando outros apoiadores, mas como podem ver, precisamos de muita ajuda, apoio e colaboração. O que considero mais importante de tudo o que precisamos são os brinquedos para o parquinho; também gostaríamos muito de colocar "brinquedos de adultos", ou seja, algo para que possam fazer "academia" ao ar livre (como se pode encontrar em algumas praias); foi uma demanda que pudemos perceber em visita a comunidade.
Se vocês puderem (ou conhecerem grupo ou pessoa que possa) colaborar com algum dos itens acima, seja com equipamentos, materiais, mão de obra, apresentações artísticas ou mesmo com lanche para as pessoas que estarão trabalhando, por favor não deixem de nos contatar para que possamos juntar forças. Todos são muito bem vindos!
Bom, como já expressei antes, qualquer colaboração é bem vinda e tanto a Sub Lapa quanto a comunidade em questão ficarão mais do que agradecidas de poder contar com tanta gente de bem.
Agradeço de antemão e me coloco a disposição para quaisquer esclarecimento que se fizerem necessários.
Atenciosamente,
Ana Estrella Vargas"
aelvargas@prefeitura.sp.gov.br
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Tesouros da Lapa
Polônia, Estônia, Lituânia, Iugoslávia. Finlândia. Hungria. Resisto ao impulso de abrir um mapa-múndi na internet e perscrutar todo o norte e leste da Europa confirmando quais países existem (alguma região muda mais que aquela?) e de onde pode ter vindo aquele casal.
Olhos azuis, cabelos brancos, pele rosada. Terão nascido no Brasil ou vieram pequenos para cá, com pais e avós? Fugiram da guerra, de um tirano, da fome e do frio?
Os dois caminhavam devagar, carregando juntos uma sacola muito pesada. Cada um segurava uma alça; depois de alguns passos cadenciados, trocavam de lado para cansar o outro braço.
Era uma sacola de tijolos.
“Tem uma demolição ali. Material bom, não se faz mais assim hoje em dia. Olha como são fortes, bonitos”.
“Concordo completamente! Não me conformo que as pessoas se desfaçam das coisas assim. Se eu não andasse sempre de moto, também sairia catando restos de material de construção por aí”.
“Nós temos um sítio e lá essas coisas sempre fazem jeito”.
Eles quase se desculpavam por carregar uma sacola de tijolos pela noite, mas eu realmente estava feliz com seu esforço. “Imagine, um material desses indo para um aterro!”
“Olha, nós moramos aqui. Ele conserta piano. Se precisar de alguma coisa, pode procurar”.
Eles já estavam na porta de casa, não quiseram ajuda para carregar a sacola. Mas eu fui embora feliz com a descoberta de mais um tesouro na Lapa. Nunca me arrependo de encompridar meu caminho para oferecer ajuda para alguém.
Olhos azuis, cabelos brancos, pele rosada. Terão nascido no Brasil ou vieram pequenos para cá, com pais e avós? Fugiram da guerra, de um tirano, da fome e do frio?
Os dois caminhavam devagar, carregando juntos uma sacola muito pesada. Cada um segurava uma alça; depois de alguns passos cadenciados, trocavam de lado para cansar o outro braço.
Era uma sacola de tijolos.
“Tem uma demolição ali. Material bom, não se faz mais assim hoje em dia. Olha como são fortes, bonitos”.
“Concordo completamente! Não me conformo que as pessoas se desfaçam das coisas assim. Se eu não andasse sempre de moto, também sairia catando restos de material de construção por aí”.
“Nós temos um sítio e lá essas coisas sempre fazem jeito”.
Eles quase se desculpavam por carregar uma sacola de tijolos pela noite, mas eu realmente estava feliz com seu esforço. “Imagine, um material desses indo para um aterro!”
“Olha, nós moramos aqui. Ele conserta piano. Se precisar de alguma coisa, pode procurar”.
Eles já estavam na porta de casa, não quiseram ajuda para carregar a sacola. Mas eu fui embora feliz com a descoberta de mais um tesouro na Lapa. Nunca me arrependo de encompridar meu caminho para oferecer ajuda para alguém.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Hora do fechamento
Semana agitada, pra variar (quando tiver uma semana calma por aqui, só pode ser prenúncio de Tsunami).
Um dos fatores foi a saída do Andrea Matarazzo, mas já estávamos todos mais ou menos preparados para isso... Depois de 5 anos no governo, em funções absurdamente desgastantes (Subprefeito da Sé, Secretário de Serviços, Secretário de Coordenação das Subprefeituras), tendo enfrentado também a turbulência política do período eleitoral do ano passado (com tucanos e democratas se estranhando de tudo quanto é jeito), o cansaço viria alguma hora, inclusive nas relações pessoais - e isso tem um impacto no resultado do trabalho.
Eu conheci o Andrea no primeiro ano como vereadora. A despeito do demonio que pintaram dele, a apresentação que fez dos planos da prefeitura para a Coleta Seletiva eram muito bons - justos, razoáveis. Ninguém seria obrigado a se reunir em cooperativa, mas a prefeitura só poderia estabelecer relações contratuais com cooperativas. Novas centrais de triagem seriam criadas, além de serem feitas as (muitas) melhorias necessárias nas já existentes. Mas a prefeitura não admitiria separar material na calçada, acumular sucata em área pública, jogar o rejeito em qualquer lugar... Enfim, normas muito necessárias para uma convivência saudável.
O auditório, lotado, era indócil. Parecia, muitas vezes, uma conversa de surdos. As pessoas reclamavam do que ele NÃO havia dito. "Eu não posso ser obrigado e fazer parte de uma Cooperativa!". Deu dó. E por mais que ele se mantivesse calmo, a plateia era hostil, agressiva.
Escrevi um post no meu blog comentando a apresentação e ele me convidou para sairmos juntos pelo centro da cidade discutindo os problemas. Eu aceitei, o Cesar Giobbi escreveu uma nota comentando e o PT quis comer o meu fígado por causa disso.
Mas a conversa foi ótima. Falamos muito sobre a complexidade e a dificuldade de lidar com população em situação de rua - não é "só criar albergues", "só dar trabalho", "só oferecer capacitação profissional", "só tirar da rua", como alguns gostam de dizer. E concordamos que, antes e acima de todos os problemas, há uma questão de saúde mental que é muito presente, senão preponderante. Abordar, persuadir, acolher, abrigar tem de contemplar esse elemento. Muitos são alcoolistas, deprimidos, esquizofrenicos, dependentes de outras drogas... Sem falar em tuberculose e mil outros problemas. Nem adianta passar por uma unidade de saúde e sair de lá com remédios. Imagine a dificuldade de aderir a um tratamento quem não tem onde lavar as mãos!
Desde então, o Andrea brigou muito, no governo, por essa causa da Saúde. Ficou todo feliz e até orgulhoso quando foi inaugurada a AMA Boraceia. Não conseguiu fazer a coleta seletiva avançar como gostaria, mas sou testemunha de o quanto tentou. Às vezes, de saco cheio da legendária lerdeza do serviço público (se irrita quem está fora, vocês não calculam quem está dentro!), brincava comigo (meio a serio): "Vamos nós dois montar uma ONG e fazer abordagem e encaminhamento para clínicas de tratamento?". Na abordagem eu sou boa, garanto a vocês. Morro de vontade de trabalhar com isso - um dia acho que ainda vou.
Mas o Andrea sempre foi tratado como um Hitler revivido... Injusto pra burro.
Eu não podia imaginar que, anos depois, ele seria meu chefe. E foi um bom chefe - muito prático, objetivo, direto e ainda sonhador. Às vezes um pouco impaciente demais, até ríspido nas reuniões, mas isso eu também sou... Respondia emails como se estivesse no MSN, com incrível rapidez, e já encaminhando para providências.
Mas agora saiu, e no lugar dele ficou o Ronaldo Camargo, que já era o adjunto. Conhece a Secretaria do avesso, conhece os Subprefeitos e, como vem "fresco", certamente terá menos arestas e asperezas com outros Secretários. É como quando sai o técnico e assume o auxiliar... O ambiente dá uma arejada que faz o time jogar melhor, mesmo que ainda haja problemas (que SEMPRE haverá).
***
De todo modo, esse não foi, nem um pouquinho, o maior motivo de agitação na semana. Foi todo o resto...
Um dos fatores foi a saída do Andrea Matarazzo, mas já estávamos todos mais ou menos preparados para isso... Depois de 5 anos no governo, em funções absurdamente desgastantes (Subprefeito da Sé, Secretário de Serviços, Secretário de Coordenação das Subprefeituras), tendo enfrentado também a turbulência política do período eleitoral do ano passado (com tucanos e democratas se estranhando de tudo quanto é jeito), o cansaço viria alguma hora, inclusive nas relações pessoais - e isso tem um impacto no resultado do trabalho.
Eu conheci o Andrea no primeiro ano como vereadora. A despeito do demonio que pintaram dele, a apresentação que fez dos planos da prefeitura para a Coleta Seletiva eram muito bons - justos, razoáveis. Ninguém seria obrigado a se reunir em cooperativa, mas a prefeitura só poderia estabelecer relações contratuais com cooperativas. Novas centrais de triagem seriam criadas, além de serem feitas as (muitas) melhorias necessárias nas já existentes. Mas a prefeitura não admitiria separar material na calçada, acumular sucata em área pública, jogar o rejeito em qualquer lugar... Enfim, normas muito necessárias para uma convivência saudável.
O auditório, lotado, era indócil. Parecia, muitas vezes, uma conversa de surdos. As pessoas reclamavam do que ele NÃO havia dito. "Eu não posso ser obrigado e fazer parte de uma Cooperativa!". Deu dó. E por mais que ele se mantivesse calmo, a plateia era hostil, agressiva.
Escrevi um post no meu blog comentando a apresentação e ele me convidou para sairmos juntos pelo centro da cidade discutindo os problemas. Eu aceitei, o Cesar Giobbi escreveu uma nota comentando e o PT quis comer o meu fígado por causa disso.
Mas a conversa foi ótima. Falamos muito sobre a complexidade e a dificuldade de lidar com população em situação de rua - não é "só criar albergues", "só dar trabalho", "só oferecer capacitação profissional", "só tirar da rua", como alguns gostam de dizer. E concordamos que, antes e acima de todos os problemas, há uma questão de saúde mental que é muito presente, senão preponderante. Abordar, persuadir, acolher, abrigar tem de contemplar esse elemento. Muitos são alcoolistas, deprimidos, esquizofrenicos, dependentes de outras drogas... Sem falar em tuberculose e mil outros problemas. Nem adianta passar por uma unidade de saúde e sair de lá com remédios. Imagine a dificuldade de aderir a um tratamento quem não tem onde lavar as mãos!
Desde então, o Andrea brigou muito, no governo, por essa causa da Saúde. Ficou todo feliz e até orgulhoso quando foi inaugurada a AMA Boraceia. Não conseguiu fazer a coleta seletiva avançar como gostaria, mas sou testemunha de o quanto tentou. Às vezes, de saco cheio da legendária lerdeza do serviço público (se irrita quem está fora, vocês não calculam quem está dentro!), brincava comigo (meio a serio): "Vamos nós dois montar uma ONG e fazer abordagem e encaminhamento para clínicas de tratamento?". Na abordagem eu sou boa, garanto a vocês. Morro de vontade de trabalhar com isso - um dia acho que ainda vou.
Mas o Andrea sempre foi tratado como um Hitler revivido... Injusto pra burro.
Eu não podia imaginar que, anos depois, ele seria meu chefe. E foi um bom chefe - muito prático, objetivo, direto e ainda sonhador. Às vezes um pouco impaciente demais, até ríspido nas reuniões, mas isso eu também sou... Respondia emails como se estivesse no MSN, com incrível rapidez, e já encaminhando para providências.
Mas agora saiu, e no lugar dele ficou o Ronaldo Camargo, que já era o adjunto. Conhece a Secretaria do avesso, conhece os Subprefeitos e, como vem "fresco", certamente terá menos arestas e asperezas com outros Secretários. É como quando sai o técnico e assume o auxiliar... O ambiente dá uma arejada que faz o time jogar melhor, mesmo que ainda haja problemas (que SEMPRE haverá).
***
De todo modo, esse não foi, nem um pouquinho, o maior motivo de agitação na semana. Foi todo o resto...
CSS
Cumprindo o prometido no Twitter, eis aqui por que eu era contra a extinção da CMPF e a favor da CSS – eu, o Temporão e pouquíssimas outras pessoas... (O PPS, por exemplo, sempre se posicionou firmemente contra).
Ano passado, já havia escrito um texto em defesa da CPMF no meu blog “velho” de política (http://gabinetesoninha.zip.net). Para quem não tiver paciência de ler (se bem que leva uns 30 segundos), resumo aqui:
1)Não é verdade que a Saúde “não precisa de mais dinheiro, precisa de melhor gestão”. Que precisa de melhor gestão eu não tenho nenhuma dúvida, mas precisa de mais dinheiro também. A cada nova unidade de Saúde inaugurada – seja um hospital, pronto socorro, maternidade, centro de reabilitação, UBS, AMA, AME, CAPS, hospice ou o nome que tenha – os gastos anuais sobem MUITO. As pessoas vivem dizendo que os salários na área da Saúde precisam melhorar. Que os equipamentos de Saúde mais antigos precisam de reformas (e como precisam). Que a atenção básica precisa de mais...atenção.
Uma parte disso, reconheço mais uma vez, decorre da má gestão. Ou de conceitos equivocados, que levam sempre a criar mais leitos, comprar mais equipamentos de última geração, sem fazer um investimento sério na promoção de saúde, na prevenção de doenças e diagnóstico precoce.
Mas precisa de mais dinheiro SIM. Quer fazer a fila do transplante andar mais rápido? Precisa gastar MUITO dinheiro. E esse é só um exemplo.
2)Impostos são mal empregados? O que tem de se combater é o mal emprego, oras. Se forem muitos ou poucos impostos, eles tem de ser aplicados com correção, inteligência, honestidade, transparência.
Tem muita corrupção? Sim (ah vá). Muito desperdício também. Mas uma forma de corrupção e desperdício é a sonegação, e a CPMF é uma contribuição muito mais difícil de burlar – e ela ainda ajuda a revelar outras sonegações. (No texto do outro blog eu explico melhor por quê).
3)A oposição não quererá aprovar o novo imposto de jeito nenhum, como já não quis prorrogar a CPMF (que passaria por aperfeiçoamentos, se tivesse havido um diálogo franco, um debate mais civilizado e republicano). Mas a oposição é quase sempre assim, por convicção ou porque “aprovar projetos do governo é problema do governo, a gente não tá aqui pra facilitar a vida deles” (cansei de ouvir isso em reuniões da bancada...).
E o governo, grande novidade, precisa sempre se esforçar para “ter maioria na Casa”, porque é assim mesmo que funciona: quem é da oposição quase sempre vota contra (a menos que haja um GRANDE acordo, consenso, pressão popular). Quem é da base governista, por sua vez, vota a favor – e também não é por convicção, mas porque é da base governista, oras (seja lá o que for que isso envolve como contrapartida). Então, fica todo mundo justificado, em um círculo vicioso que é “normal nos Parlamentos do mundo todo” (também cansei de ouvir isso). A oposição se sente dispensada de um voto qualificado, embasado, de abrir negociação com o governo em cima do conteúdo – afinal, vai passar mesmo, então “só lhe resta” meter o pau.
E já que a oposição está fazendo o papel de meter o pau, a base governista fica “justificada” para votar a favor, sem maiores objeções.
É sempre assim? Não, não é. Só 80% das vezes.
3)(parte II) Em um caso como esse – criação ou aumento de tributos – até a base governista tem dificuldade para aprovar, porque a pressão popular existe e é toda contrária. Dificilmente haverá na mídia um jornalista a defender o governo, por mais chapa-branca que seja o veículo. Mas poderá cumprir seus compromissos com o governo desde que ele cumpra os seus: cargos, execução de emendas, defesa de seus parlamentares nos conselhos de ética etc... E, dependendo do desespero do governo, até aumentar sua pedida – mais cargos, mais emendas, mais obras...
Ou seja, pela resistência da oposição em fazer um diálogo mais qualificado, o governo fica mesmo nas mãos dos mais... “flexíveis”. Ou dos chantagistas de sempre.
3)(parte III) Portanto, a aprovação de projetos via rolo compressor e troca de vantagens é culpa, em parte, da oposição intransigente. E do próprio governo, que acaba cedendo a todas as condições dos governistas e/ou destruindo a possibilidade de um debate qualificado com a oposição.
No domingo, por exemplo, Lula se reuniu com os 3 governadores dos estados que tem as grandes reservas do Pré-Sal (argh, como eu implico com elas) – ES, SP e RJ – para discutir com mais profundidade o tal marco regulatório. Ouviu, concordou, cedeu, avançou (prefiro “avançou” do que “recuou” quando o governo revê suas posições). E assumiu o compromisso de enviar o projeto para o Congresso SEM o pedido de urgência.
No dia seguinte, fez o que? Recuou – aí sim – e mandou o projeto COM pedido de urgência. Uma deslealdade lamentável, que se configura como declaração de guerra. Agora fica mais difícil pedir sensatez à oposição...
3)(off topic) Eu já tive uma experiência assim com o Lula, descrita pelo Sócrates em uma coluna da Carta Capital. Eu, ele e o Juca Kfouri conseguimos uma audiência com o José Dirceu, então na Casa Civil, para falar sobre o projeto da Timemania. O Sócrates, se não me engano, era membro do Conselho Nacional do Desporto. O projeto seria enviado ao Congresso no dia seguinte!
Com uma cópia do texto nas mãos, obtida por um assessor jurídico do Congresso, mostramos para o Ministro alguns dos pontos negativos do projeto. Entre outros, o fato dele conceder um atestado de adimplência com imensa facilidade – praticamente bastava o time ceder o escudo à nova loteria... Que, sabíamos desde o começo, não seria suficiente para sanar as dívidas dos clubes.
Dirceu se mostrou completamente convencido. “E o pessoal do Palocci aprovou isso aqui? Não é possível. Acho que eles nem viram”.
Imediatamente pediu para o próprio Lula nos receber. Entramos na sala dele que, meio impaciente, ouviu um resumo da história pelo próprio José Dirceu, que advogou a nosso favor. “A gente tem discutir melhor esse negócio, não pode ser assim”.
Lula acedeu. Como não podia simplesmente voltar atrás em tudo, prometeu o seguinte: “Vou mandar para o Congresso como Projeto de Lei não como Medida Provisória, assim dá para discutir com mais calma e arrumar o que precisar”.
José Dirceu se despediu de nós com firmeza de missão cumprida: “Viu só? Agora a gente faz as correções no Congresso”.
Na mesma noite, a Globo anuncia, triunfante: “Lula envia ao Congresso a MP da Timemania”.
4)Voltando ao assunto original: sou a favor da revisão, redução, readequação de outros tributos. De isenções e descontos cuidadosamente analisados em função do real benefício proporcionado. E da CSS, desde que numa alíquota razoável e com aplicação transparente.
Ano passado, já havia escrito um texto em defesa da CPMF no meu blog “velho” de política (http://gabinetesoninha.zip.net). Para quem não tiver paciência de ler (se bem que leva uns 30 segundos), resumo aqui:
1)Não é verdade que a Saúde “não precisa de mais dinheiro, precisa de melhor gestão”. Que precisa de melhor gestão eu não tenho nenhuma dúvida, mas precisa de mais dinheiro também. A cada nova unidade de Saúde inaugurada – seja um hospital, pronto socorro, maternidade, centro de reabilitação, UBS, AMA, AME, CAPS, hospice ou o nome que tenha – os gastos anuais sobem MUITO. As pessoas vivem dizendo que os salários na área da Saúde precisam melhorar. Que os equipamentos de Saúde mais antigos precisam de reformas (e como precisam). Que a atenção básica precisa de mais...atenção.
Uma parte disso, reconheço mais uma vez, decorre da má gestão. Ou de conceitos equivocados, que levam sempre a criar mais leitos, comprar mais equipamentos de última geração, sem fazer um investimento sério na promoção de saúde, na prevenção de doenças e diagnóstico precoce.
Mas precisa de mais dinheiro SIM. Quer fazer a fila do transplante andar mais rápido? Precisa gastar MUITO dinheiro. E esse é só um exemplo.
2)Impostos são mal empregados? O que tem de se combater é o mal emprego, oras. Se forem muitos ou poucos impostos, eles tem de ser aplicados com correção, inteligência, honestidade, transparência.
Tem muita corrupção? Sim (ah vá). Muito desperdício também. Mas uma forma de corrupção e desperdício é a sonegação, e a CPMF é uma contribuição muito mais difícil de burlar – e ela ainda ajuda a revelar outras sonegações. (No texto do outro blog eu explico melhor por quê).
3)A oposição não quererá aprovar o novo imposto de jeito nenhum, como já não quis prorrogar a CPMF (que passaria por aperfeiçoamentos, se tivesse havido um diálogo franco, um debate mais civilizado e republicano). Mas a oposição é quase sempre assim, por convicção ou porque “aprovar projetos do governo é problema do governo, a gente não tá aqui pra facilitar a vida deles” (cansei de ouvir isso em reuniões da bancada...).
E o governo, grande novidade, precisa sempre se esforçar para “ter maioria na Casa”, porque é assim mesmo que funciona: quem é da oposição quase sempre vota contra (a menos que haja um GRANDE acordo, consenso, pressão popular). Quem é da base governista, por sua vez, vota a favor – e também não é por convicção, mas porque é da base governista, oras (seja lá o que for que isso envolve como contrapartida). Então, fica todo mundo justificado, em um círculo vicioso que é “normal nos Parlamentos do mundo todo” (também cansei de ouvir isso). A oposição se sente dispensada de um voto qualificado, embasado, de abrir negociação com o governo em cima do conteúdo – afinal, vai passar mesmo, então “só lhe resta” meter o pau.
E já que a oposição está fazendo o papel de meter o pau, a base governista fica “justificada” para votar a favor, sem maiores objeções.
É sempre assim? Não, não é. Só 80% das vezes.
3)(parte II) Em um caso como esse – criação ou aumento de tributos – até a base governista tem dificuldade para aprovar, porque a pressão popular existe e é toda contrária. Dificilmente haverá na mídia um jornalista a defender o governo, por mais chapa-branca que seja o veículo. Mas poderá cumprir seus compromissos com o governo desde que ele cumpra os seus: cargos, execução de emendas, defesa de seus parlamentares nos conselhos de ética etc... E, dependendo do desespero do governo, até aumentar sua pedida – mais cargos, mais emendas, mais obras...
Ou seja, pela resistência da oposição em fazer um diálogo mais qualificado, o governo fica mesmo nas mãos dos mais... “flexíveis”. Ou dos chantagistas de sempre.
3)(parte III) Portanto, a aprovação de projetos via rolo compressor e troca de vantagens é culpa, em parte, da oposição intransigente. E do próprio governo, que acaba cedendo a todas as condições dos governistas e/ou destruindo a possibilidade de um debate qualificado com a oposição.
No domingo, por exemplo, Lula se reuniu com os 3 governadores dos estados que tem as grandes reservas do Pré-Sal (argh, como eu implico com elas) – ES, SP e RJ – para discutir com mais profundidade o tal marco regulatório. Ouviu, concordou, cedeu, avançou (prefiro “avançou” do que “recuou” quando o governo revê suas posições). E assumiu o compromisso de enviar o projeto para o Congresso SEM o pedido de urgência.
No dia seguinte, fez o que? Recuou – aí sim – e mandou o projeto COM pedido de urgência. Uma deslealdade lamentável, que se configura como declaração de guerra. Agora fica mais difícil pedir sensatez à oposição...
3)(off topic) Eu já tive uma experiência assim com o Lula, descrita pelo Sócrates em uma coluna da Carta Capital. Eu, ele e o Juca Kfouri conseguimos uma audiência com o José Dirceu, então na Casa Civil, para falar sobre o projeto da Timemania. O Sócrates, se não me engano, era membro do Conselho Nacional do Desporto. O projeto seria enviado ao Congresso no dia seguinte!
Com uma cópia do texto nas mãos, obtida por um assessor jurídico do Congresso, mostramos para o Ministro alguns dos pontos negativos do projeto. Entre outros, o fato dele conceder um atestado de adimplência com imensa facilidade – praticamente bastava o time ceder o escudo à nova loteria... Que, sabíamos desde o começo, não seria suficiente para sanar as dívidas dos clubes.
Dirceu se mostrou completamente convencido. “E o pessoal do Palocci aprovou isso aqui? Não é possível. Acho que eles nem viram”.
Imediatamente pediu para o próprio Lula nos receber. Entramos na sala dele que, meio impaciente, ouviu um resumo da história pelo próprio José Dirceu, que advogou a nosso favor. “A gente tem discutir melhor esse negócio, não pode ser assim”.
Lula acedeu. Como não podia simplesmente voltar atrás em tudo, prometeu o seguinte: “Vou mandar para o Congresso como Projeto de Lei não como Medida Provisória, assim dá para discutir com mais calma e arrumar o que precisar”.
José Dirceu se despediu de nós com firmeza de missão cumprida: “Viu só? Agora a gente faz as correções no Congresso”.
Na mesma noite, a Globo anuncia, triunfante: “Lula envia ao Congresso a MP da Timemania”.
4)Voltando ao assunto original: sou a favor da revisão, redução, readequação de outros tributos. De isenções e descontos cuidadosamente analisados em função do real benefício proporcionado. E da CSS, desde que numa alíquota razoável e com aplicação transparente.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Rodas e trilhos
Domingo foi a inauguração da Ciclofaixa de Lazer entre o Parque das Bicicletas e o Parque do Povo - só para começar, já que ela será estendida para outros parques também.
Muito legal. Milhares de pessoas foram para a festa - grupos organizados de ciclistas e patinadores, famílias, casais. Gente que talvez estivesse dentro de casa, na frente da televisão... Lazer & atividade física é uma ótima combinação em um mundo sedentário como o nosso.
Mas a Ciclofaixa é legal também porque é um passo adiante na mudança de uma cultura; é um jeito de demonstrar mais uma vez que bicicleta e São Paulo tem a ver, sim.
Os ciclistas podem aproveitar o dia sem pressa para se familiarizar com a própria bicicleta e com as ruas da cidade. Se durante a semana pensarem em ir de bicicleta à padaria, locadora, farmácia ou mesmo ao trabalho, terão mais confiança - e talvez seja mais provável que pensem nisso, para começar. Mas se passarem a semana toda atrás do volante, certamente serão motoristas mais atentos, cuidadosos e pacientes com os ciclistas.
****
Quero falar mais sobre o assunto, mas agora preciso sair... Depois continuo.
Muito legal. Milhares de pessoas foram para a festa - grupos organizados de ciclistas e patinadores, famílias, casais. Gente que talvez estivesse dentro de casa, na frente da televisão... Lazer & atividade física é uma ótima combinação em um mundo sedentário como o nosso.
Mas a Ciclofaixa é legal também porque é um passo adiante na mudança de uma cultura; é um jeito de demonstrar mais uma vez que bicicleta e São Paulo tem a ver, sim.
Os ciclistas podem aproveitar o dia sem pressa para se familiarizar com a própria bicicleta e com as ruas da cidade. Se durante a semana pensarem em ir de bicicleta à padaria, locadora, farmácia ou mesmo ao trabalho, terão mais confiança - e talvez seja mais provável que pensem nisso, para começar. Mas se passarem a semana toda atrás do volante, certamente serão motoristas mais atentos, cuidadosos e pacientes com os ciclistas.
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Quero falar mais sobre o assunto, mas agora preciso sair... Depois continuo.
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